sábado, 20 de outubro de 2012

Entrevista de Taylor a SPIN

 
Taylor Swift deu uma entrevista a um site americano especializado em música SPIN, onde falou sobre o processo de criação de “I Knew You Were Trouble”, sua possível interpretação de Joni Mitchell no cinema e mais. Confira á seguir:

Esnobadas indies, pelos e “wubs”: Uma conversa livre com Taylor Swift.

“Ainda estou na cama”, Taylor Swift admitiu quando atendeu o telefone de sua casa em Nashville. Ela tinha acabado de voltar da Europa e ainda tinha um pouco de jetlag. Sua gata a mordia como retaliação pela longa viagem. Infelizmente, para a gata, Swift estará muito ausente nos próximos meses promovendo “Red”, seu quarto e mais pop álbum até agora.

A gravação já garantiu a Swift o 1° lugar no Hot 100 pela primeira vez, pela apimentada, “We Are Never Ever Getting Back Together”, produzida por Max Martin e Shellback. Ainda, iniciou as leituras das entrelinhas das letras e mensagens em busca dos passados namorados. (Jake Gyllenhaal está em peso, se for para acreditar na internet.) SPIN conversou com Swift por telefone sobre o cd indie que contribuiu para o seu último término, o rumor que ela vai interpretar Joni Mitchell em um filme biográfico e o seu recente interesse em dubstep.

Estava escutando a “I Knew You Were Trouble” do seu novo álbum mais cedo e me perguntei: você escuta dubstep?
Na verdade, não. Eu escrevi algumas músicas com o Ed Sheeran, e ele se tornou um grande amigo meu, e ele sempre me mostra coisas interessantes do Reino Unido quando nos encontramos. Mas eu nunca tinha realmente pensado, “Hey, eu quero baixar umas músicas de dubstep.” O que acabou acontecendo foi que eu escrevi a melodia para o refrão no piano e levei pro Max Martin e pro Shellback e disse: “No final do refrão, eu quero que isso enlouqueça. Eu quero que seja realmente caótico. Quero que a parte do baixo faça isso, tipo [faz um barulho alto de GUH GUH GUH].


Então você fez os ‘wubs’?
Yeah. Eu não sei como chamar isso, mas eu canto da maneira que quero que pareça. E eles concluíram que, “Oh, meio que um negócio de dubstep.” E eu fiquei, “Acho que sim, não sei? O que quer que seja esse barulho ridículo que eu fiz com a minha boca quando estava tentando decidir o que dizer.” Você acaba fazendo muito disso quando está gravando e compondo, sendo como: “Meio que se parece com isso! [Faz um barulho de laser SCHOOM].” Eu queria que a música soasse tão caótica quanto a emoção era. Eu queria que fosse barulhenta e sem controle.

Você escutou a alguma coisa de dubstep depois disso?
Na verdade, não. Eu nem sabia direito o que estava fazendo. Eu queria que ficasse de uma certa maneira. É assim que eu tenho feito música ultimamente – eu faço a música da maneira que quero que ela soe e da maneira que demonstra as emoções que eu estava sentindo. E deixo com que as pessoas chamem isso da maneira que quiserem.

Você está tentando diversos tipos diferentes de música no álbum. Você estava cansada do country?
Eu realmente queria que cada música refletisse um tom sônico diferente. E o que eu digo com isso é que, para mim, como uma artista country no seu quarto disco, eu não acho que você deveria usar só alguns tipos de instrumentos, e que outros tipos de estilos de música e influências deveriam ser proibidos. Eu realmente gostei de pintar com todos os tipos diferentes de cores nesse disco. Eu meio que abordo as músicas de um lado emocional, tipo, como aquela emoção foi sentida?

Nessa linha, você escutou alguma coisa sobre a nova série Nashville?
Yeah, Hayden [Panettiere] é minha vizinha, na verdade. Nós saímos o tempo todo.

Bem, ela tem te falou qualquer coisa sobre a série?
A primeira coisa que ela me disse quando nos conhecemos foi: “Minha personagem não é inspirada em você.”

Você entende por que as pessoas pensariam que poderia ser você?
Porque ela tem cabelo cacheado e vestidos brilhantes.

Mas também na maneira com que a música dela é definida como uma mistura e não puramente country. Isso faz sentido?
Eu acho que é a critica que 65% dos artistas country que estão atuando agora recebem. É como se fosse a critica mais popular para um artista country: que você não é country o suficiente.

Eu tinha algumas perguntas sobre “We Are Never Ever Getting Back Together.” A primeira é: Por que você colocou peludos no clipe?
Não tem um motivo. Ninguém sabe porque tem gente vestida como animais no meu quarto e, por algum motivo, esse é o tipo de gente que eu convivo no clipe. Eu nem sei porque.

E a referência ao “disco indie” na música? O que é isso?
Oh, se eu te conto, entregaria tudo.

Não dá pra dar uma dica?
Não posso, não posso. Iria completamente, completamente revelar esse cara.

Era legal pelo menos?
Estamos falando de uma pessoa que se cansaria e enjoaria de escutar uma banda se eles tivessem mais de 500.000 fãs. Tipo: “Eu só vou para os shows deles se eles estão tocando num porão para 20 pessoas”.

Terão mensagens escondidas para essa música?
Na verdade, tem.

Existem noticias de que você possa interpretar Joni Mitchell em um filme. Que músicas você estaria mais animada para cantar?
Toda a história com o filme não está confirmada. Porque eu nem tenho certeza se o projeto será autorizado. É uma daquelas coisas que você nunca sabe. Mas se acontecer, eu ficaria muito animada mesmo para tocar “A Case of You”.

Há alguns meses você foi capa da Vogue e mencionou ter escrito um romance sobre um golfinho.
Qual deles?

Ou talvez fosse um tubarão?
Eu escrevi vários livros quando era pequena, mas não sei se tinha algum sobre um tubarão? Eu sei que escrevi um quando tinha 14 anos que era sobre um romance trágico de jovens adolescentes, onde esses dois se apaixonam pela primeira vez e tem que lidar com a perda e tudo mais. Mas não acho que tivesse um tubarão nele.

Quantos livros você escreveu?
Eu escrevi dois ou três livros quando era mais nova porque eu sempre precisei de uma válvula de escape escrevendo histórias. Eu ainda não tinha me apaixonado ou ter estado perto de me apaixonar. Então eu escrevia histórias, livros e pequenos romances sobre como seria se apaixonar.

Seus shows são cheios de criancinhas – de, tipo, nove anos – todas entusiasmadas cantando músicas sobre términos. Os meninos de nove anos estão malvados atualmente?
Bem, tem uma pequena faixa de fãs que tem nove anos. A maioria que eu vejo nas multidões é de adolescentes e eles sempre que me encontram, me perguntam sobre relacionamentos. Ou, eles dizem pra mim: “Lembra da última vez que nos encontramos que eu te contei sobre aquele cara que me traiu? Então, estou de volta e tenho um novo namorado que é realmente incrível, seu nome é Jack e ele é super legal.” Então, eles vão me mantendo informada.

Qual foi a história mais triste que você ouviu de alguém com 14 anos?
Oh, você sabe, eu escuto essas o tempo todo. “Você sabe a sua música ‘Should’ve Said No?’ Não posso acreditar que meu namorado tenha me traído com a minha melhor amiga. Agora, não consigo falar com nenhum dos dois e enquanto estávamos no baile eles riram e apontaram para mim. E eu escuto a essa música e me faz sentir melhor.”

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